Posted on Maio/30/2012
“— Psiu. — Fala. — Para com isso… — Parar com isso o que? — De ser tão fria comigo. — Não estou sendo fria. — Tá sim. — Não tô não. — Tá bom, não está. Mas você mudou. — Não mudei. — Mudou. — Não, não mudei. Quem mudou aqui foi você. — Eu? Continuo sendo o mesmo. — Aham. — Olha lá. — O que? — Tá sendo fria de novo. — Não estou sendo fria, só não quero discutir com você. — Você tá distante de mim, você tá me evitando. — Prefiro assim. — Mas o que foi que eu fiz? — Nada. — Nada… — Tudo bem, o único problema aqui sou eu. Você não tem nada a ver. — Para de ser modesta. Depois que a gente terminou, você mudou. — Se fosse só eu… Mas foi eu e você, nós mudamos. (Silêncio) — Mô? — Oi? — Mô? — Fala. — Tá vendo? — O que? — Você não nega ainda ser o meu amor. — E daí? — Não precisa ficar vermelha. — Não tô vermelha. — Tá sim, cada vez mais. — Cala a boca. — Você tá linda assim. — Cala a boca! — Sinto sua falta. — Mandei calar a boca. — Mas… — Quieto! Também sinto sua falta. — Mô? — O que? — Posso falar? — Já tá falando… — Volta pra mim? — Mas eu nunca fui embora.”
Posted on Maio/30/2012
O celular dela toca.
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Ela:
Número restrito? Hm... pode ser algo importante.
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Ela atende o celular.
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Ele:
Oi, sou eu de novo...
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Ela ia desligar o celular, mas a voz dele a interrompe.
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Ele:
Por favor, me escuta só dessa vez, é a última vez, por favor...
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Ela suspira.
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Ela:
Estou escutando.
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Ele:
Eu não sei porquê você fez isso comigo, mas não quero perguntar isso, eu só quero te fazer lembrar de umas coisas... Lembra no colégio, quando você entrou lá com a sua blusa da banda Slipknot porque ainda não tinha o uniforme e com o cabelo meio bagunçado? Seu All Star tava meio rasgado no canto, mas eu não liguei. Lembra na nossa primeira aula juntos? Que a ponta do seu lápis quebrou depois que caiu no chão e você percebeu que estava sem o apontador? Eu te emprestei o meu apontador com a figurinha do Iron Maiden e você arregalou os olhos de um jeito tão engraçado. A gente passou o resto do dia conversando sobre bandas de rock e perdemos quase todas as matérias que os professores chatos passaram no primeiro dia.
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Ela:
É eu lembro disso, já acabou?
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Ele:
Calma... Eu te apresentei aos rockeiros do colégio no segundo dia e você adorou, lembra? Aí o professor de matemática passou um trabalho em dupla enorme e nós fizemos juntos, só que não conseguimos terminar na sala e tive que ir na sua casa. Entregamos o trabalho mal-feito, pois passamos muito tempo escutando e cantando Iron Maiden, Slipknot, System of a Down, Avenged... lembra que a gente não parou de escutar Dear God e a cada vez que tocava essa música a gente cantava mais alto? Eu lembro disso, dou risada disso até hoje! Era legal, né?
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Ela:
Era, era legal, já acabou?
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Ele:
Espera só mais um pouco, nós não vivemos só isso... Lembra de quando a gente descobriu que teria Slipknot aqui no nosso Estado? Você ficou triste, pois não iria ter o dinheiro até o dia que começaria a venda dos ingressos e no outro dia eu cheguei em você e disse que tinha uma péssima notícia. Você ficou preocupada querendo saber o que era e eu mentindo falando que eu tava muito mal. Sabe, eu sou um bom ator! (risos) Eu te mostrei dois ingressos e você começou a gritar no meio do pátio do colégio. Sim, nós iríamos para o show do Slipknot. Lembra que num dia antes do show você me fez ir numa loja comprar uma blusa do Slipknot nova pra você? Você ficou horas na loja experimentando todas que tinha e ficou indecisa. Não sei o porquê, pois todas haviam ficado perfeitas em você. Quando saímos da loja você me levou para uma pracinha onde tinha hippies e me pagou uma tatuagem de henna nas costas da mão direita. Você também fez uma tatuagem. A minha e a sua juntas formavam "Slipknot". Você é bem criativa.
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Ela:
É, a tatuagem demorou mais de quinze dias pra sair.
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Ele:
É... (risos) De madrugada fomos para o show, meu pai me levou. Estávamos no meio da fila, mas cochilamos e ficamos no final, pois todo mundo passou da gente! Você ficou brava pra caramba e eu fiquei com medo. Você fica linda brava, mas dá medo de você! Eu tentei te animar e comprei um monte de coisas para o show: Uma bandana do Slipknot, uma pulseira, comprei comida, mas você não quis comer. Então eu comi e a minha blusa do Slipknot manchou de mostarda. Você odeia mostarda. Quando entramos lá, só tinha lugar bem atrás e todo mundo tava empurrando. Eles entraram no palco e parecia que você ia entrar em colapso!
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Ela:
(risos)
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Ele:
Verdade! Só que você é baixinha e não conseguia ver. Aí eu te coloquei nos meus ombros, lembra? Você ficou se mexendo tanto que eu fiquei com medo que você caísse. Você sabia cantar todas as músicas e se sacudiu toda quando o cara pulou do palco pra platéia! Eu tive que fazer você descer um pouco, meus ombros estavam doendo de tanto que você se mexeu! Você começou a gritar comigo, tinha lágrimas nos olhos e me abraçou forte.
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Ela:
Sempre amei Slipknot.
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Ele:
É... Eu ajoelhei na sua frente quando você tampou os olhos com as mãos para tentar parar de chorar por ver o caras da banda. Você repetia "Deus, é o Corey!" toda hora. Quando abriu os olhos eu tava mostrando duas alianças na minha mão. Eu disse: "Quer namorar comigo?". Você aceitou e me beijou ali, enquanto tocava Snuff. Pra mim foi um momento perfeito. Depois do show nosso namoro foi muito bom, eu gostei. Você também dizia gostar, mas quando a gente completou cinco meses você terminou comigo. Até hoje não sei o porquê, queria que você me contasse... Naquele dia eu tinha mais duas alianças guardadas no bolso. Eram lindas... Eu ia te pedir em casamento, você já tinha dezessete anos e eu vinte, lembra? Eu repeti várias vezes as séries. Você terminou comigo no colégio. Eu não voltei a estudar na parte da manhã. Fui fazer supletivo a noite, nunca mais você me viu. Eu te via sempre. Sabia que da rua da pra ver a janela do seu quarto? Eu te via cantando, tocando guitarra e escutando Snuff... Por que você terminou comigo? Me conta só isso, por favor...
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Ela:
Terminei com você porque não sabia se era o certo... foi tudo tão rápido. Começamos a namorar dois meses depois que nos conhecemos... Fiquei com medo de me machucar.
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Ele:
Eu nunca vou te machucar. Eu tinha planos pra nós, mas você destruiu. Tá escutando isso?
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Ela parou. Então escutou o começo da música Snuff ao longe.
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Ele:
É a nossa música.
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Ela levantou da cama e caminhou até a janela. Quando abriu viu o garoto erguendo um rádio pequeno.
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Ele:
Eu nunca vou te machucar, nunca vou desistir de você... você é tudo o que eu tenho e tudo o que eu quero ter. Que tal você namorar comigo de novo? Nós podemos começar do zero, ou podemos voltar aos cinco meses e então você aceitar meu pedido de casamento...
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Ela fechou a janela.
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Ele abaixou o rádio com o pensamento de que não havia funcionado... Se jogou na calçada, desligou a música e cobriu o rosto com as mãos.
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Ela:
Sabe o que descobri?
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Quando ele ergueu os olhos a menina estava ali, com a mesma blusa da banda Slipknot e o mesmo All Star rasgado que usava no primeiro dia de aula.
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Ele:
O que? (repreendeu um sorriso).
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Ela:
Snuff não tem nada a ver com a gente, com a nossa história, bom... é o que eu acho, mas mesmo assim é a nossa música.
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Ela o beijou e aceitou usar a aliança que ele tinha pra oferecer.
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Se casaram numa igreja pequena e a música que tocou quando a noiva entrou foi Snuff.
Posted on Maio/29/2012
Naquela noite,enquanto minha esposa servia o jantar, eu segurei sua mão e disse: “Tenho algo importante para te dizer”. Ela se sentou e jantou sem dizer uma palavra. Pude ver sofrimento em seus olhos.
De repente, eu também fiquei sem palavras. No entanto, eu tinha que dizer a ela o que estava pensando.Eu queria o divórcio. E abordei o assunto calmamente.
Ela não parecia irritada pelas minhas palavras e simplesmente perguntou em voz baixa: “Porquê?” Eu evitei respondê-la, o que a deixou muito brava. Ela jogou os talheres longe e gritou “você não é homem!” Naquela noite, nós não conversamos mais. Pude ouví-la chorando. Eu sabia que ela queria um motivo para o fim do nosso casamento. Mas eu não tinha uma resposta satisfatória para esta pergunta. O meu coração não pertencia a ela mais e sim a Jane. Eu simplesmente não a amava mais, sentia pena dela. Me sentindo muito culpado, rascunhei um acordo de divórcio, deixando para ela a casa, nosso carroe 30% das ações da minha empresa.
Ela tomou o papel da minha mão e o rasgou violentamente. A mulher com quem vivi pelos últimos 10 anos se tornou uma estranha para mim. Eu fiquei com dó deste desperdício de tempo e energia mas eu não voltaria atrás do que disse, pois amava a Jane profundamente. Finalmente ela começou a chorar alto na minha frente, o que já era esperado. Eu me senti libertado enquanto ela chorava. A minha obsessão por divórcio nas últimas semanas finalmente se materializava e o fim estava mais perto agora.
No dia seguinte, eu cheguei em casa tarde e a encontrei sentada na mesa escrevendo. Eu não jantei, fui direto para a cama e dormi imediatamente,pois estava cansado depois de ter passado o dia com a Jane.
Quando acordei no meio danoite, ela ainda estava sentada à mesa, escrevendo. Eu a ignorei e volteia dormir.
Na manhã seguinte, ela me apresentou suas condições: ela não queria nada meu, mas pedia um mês de prazo para conceder o divórcio. Ela pediu que durante os próximos 30 dias a gente tentasse viver juntos de forma mais natural possivel. As suas razões eram simples: o nosso filho faria seus exames no próximo mês e precisava de um ambiente propício para prepar-se bem,sem os problemas de ter que lidar com o rompimento de seus pais.
Isso me pareceu razoável, mas ela acrescentou algo mais. Ela me lembrou do momento em que eu a carreguei para dentro da nossa casa no dia em que nos casamos e me pediu que durante os próximos 30 dias eu a carregasse para fora da casa todas as manhãs. Eu então percebi que ela estava completamente louca mas aceitei sua proposta para não tornar meus próximos dias ainda mais intoleráveis.
Eu contei para a Jane sobre o pedido da minha esposa e ela riu muito e achou a idéia totalmente absurda. “Ela pensa que impondo condições assim vai mudar alguma coisa; melhor ela encarar a situação e aceitar o divórcio”, disse Jane em tom de gozação.
Minha esposa e eu não tínhamos nenhum contato físico havia muito tempo, então quando eu a carreguei para fora da casa no primeiro dia, foi totalmente estranho. Nosso filho nos aplaudiu dizendo “O papai está carregando a mamãe no colo!” Suas palavras me causaram constrangimento. Do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa, eu devo ter caminhado uns 10 metros carregando minha esposa no colo. Ela fechou os olhos e disse baixinho “Não conte para o nosso filho sobre o divórcio” Eu balancei a cabeça mesmo discordando e então a coloquei no chão assim que atravessamos a porta de entrada da casa. Ela foi pegar o ônibus para o trabalho e eu dirigi para o escritório.
No segundo dia, foi mais fácil para nós dois. Ela se apoiou no meu peito,eu senti o cheiro do perfume que ela usava. Eu então percebi que há muito tempo não prestava atenção a essa mulher. Ela certamente tinha envelhecido nestes últimos 10 anos, havia rugas no seu rosto, seu cabelo estava ficando fino e grisalho. O nosso casamento teve muito impacto nela. Por uns segundos,cheguei a pensar no que havia feito para ela estar neste estado.
No quarto dia, quando eu a levantei, senti uma certa intimidade maior como corpo dela. Esta mulher havia dedicado 10 anos da vida dela a mim.
No quinto dia, a mesma coisa. Eu não disse nada a Jane, mas ficava a cada dia mais fácil carregá-la do nosso quarto à porta da casa. Talvez meus músculos estejam mais firmes com o exercício, pensei.
Certa manhã, ela estava tentando escolher um vestido. Ela experimentou uma série deles mas não conseguia achar um que servisse. Com um suspiro,ela disse “Todos os meus vestidos estão grandes para mim”. Eu então percebi que ela realmente havia emagrecido bastante, daí a facilidade em carregá-la nos últimos dias.
A realidade caiu sobre mim com uma ponta de remorso… ela carrega tanta dor e tristeza em seu coração….. Instintivamente, eu estiquei o braço e toquei seus cabelos.
Nosso filho entrou no quarto neste momento e disse “Pai, está na hora de você carregar a mamãe”. Para ele, ver seu pai carregando sua mão todas as manhãs tornou-se parte da rotina da casa. Minha esposa abraçou nosso filho e o segurou em seus braços por alguns longos segundos. Eu tive que sair de perto, temendo mudar de idéia agora que estava tão perto do meu objetivo. Em seguida, eu a carreguei em meus braços, do quarto para a sala, da sala para a porta de entrada da casa. Sua mão repousava em meu pescoço. Eu a segurei firme contra o meu corpo. Lembrei-me do dia do nosso casamento.
Mas o seu corpo tão magro me deixou triste. No último dia, quando eu asegurei em meus braços, por algum motivo não conseguia mover minhas pernas.Nosso filho já tinha ido para a escola e eu me vi pronunciando estas palavras:”Eu não percebi o quanto perdemos a nossa intimidade com o tempo”.
Eu não consegui dirigir para o trabalho… fui até o meu novo futuro endereço,saí do carro apressadamente, com medo de mudar de idéia…Subi as escadase bati na porta do quarto. A Jane abriu a porta e eu disse a ela “Desculpe Jane. Eu não quero mais me divorciar”.
Ela olhou para mim sem acreditar e tocou na minha testa “Você está com febre?” Eu tirei sua mão da minha testa e repeti “Desculpe,Jane. Eu não vou me divorciar. Meu casamento ficou chato porque nós não soubemos valorizar os pequenos detalhes da nossa vida e não por falta de amor. Agora eu percebi que desde o dia em que carreguei minha esposa no dia do nosso casamento para nossa casa, eu devo segurá-la até que a morte nos separe.
A Jane então percebeu que era sério. Me deu um tapa no rosto, bateu a porta na minha cara e pude ouví-la chorando compulsivamente. Eu voltei para ocarro e fui trabalhar.
Na loja de flores, no caminho de volta para casa, eu comprei um buquê de rosas para minha esposa. A atendente me perguntou o que eu gostaria de escrever no cartão. Eu sorri e escrevi: “Eu te carregarei em meus braços todas as manhãs até que a morte nos separe”.
Naquela noite, quando cheguei em casa, com um buquê de flores na mão e um grande sorriso no rosto, fui direto para o nosso quarto onde encontrei minha esposa deitada na cama - morta. Minha esposa estava com câncer e vinha se tratando a vários meses, mas eu estava muito ocupado com a Jane para perceber que havia algo errado com ela. Ela sabia que morreria em breve e quis poupar nosso filho dos efeitos de um divórcio - e prolongou a nossa vida juntos proporcionando ao nosso filho a imagem de nós dois juntos toda manhã. Pelo menos aos olhos do meu filho, eu sou um marido carinhoso.
Os pequenos detalhes de nossa vida são o que realmente contam num relacionamento.Não é a mansão, o carro, as propriedades, o dinheiro no banco. Estes bens criam um ambiente propício a felicidade mas não proporcionam mais do que conforto. Portanto, encontre tempo para ser amigo de sua esposa, faça pequenas coisas um para o outro para mantê-los próximos e íntimos. Tenham um casamento real e feliz!
Posted on Maio/29/2012
Posted on Maio/29/2012
garotoindecifravel:
Falar coisas bonitas mostra que você tem um cérebro, fazer coisas bonitas mostra que você tem um coração.
Posted on Maio/28/2012
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Author:
Você pode ser o que quiser. Fazer o que quiser, quando quiser. A vida é sua. E os que não gostarem? Foda-se.
Sou sensível, e ligo pra tudo que me dizem. E muitas pessoas me magoam, sem ao menos saberem.
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